Governador vistoria obra do Colégio Agrícola do Noroeste, que sai do papel depois de 11 anos
03/08/2021 - 16:54

O governador Carlos Massa Ratinho Junior vistoriou nesta terça-feira (3) a obra da nova sede do Centro Estadual de Educação Profissional (CEEP) do Noroeste, também conhecido como Colégio Agrícola do Noroeste, em Diamante do Norte. Localizado na Fazenda Escola da Universidade Estadual de Maringá (UEM), onde já são ministradas algumas aulas de campo, a estrutura será mais adequada para as atividades teóricas e práticas dos 262 alunos do curso Técnico em Agropecuária.

Com 77% da obra concluída, a previsão do Governo do Estado é entregar as novas instalações em novembro deste ano. O investimento total é de R$ 10,3 milhões, sendo R$ 5,8 milhões (56%) do Estado e R$ 4,5 milhões (44%) do Fundo Nacional de Desenvolvimento Educacional (FNDE). A execução está sob responsabilidade do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar).

“Como este colégio tinha uma estrutura muito precária, resolvemos investir em uma nova sede, com novos laboratórios e novos alojamentos. Isso tudo agrega valor para a região, que tem um agronegócio muito forte. Estamos qualificando nossos jovens que são o futuro da agroecologia paranaense, dando a oportunidade de um futuro melhor”, pontuou o governador durante a visita.

Fundado em 1991, a nova sede do colégio agrícola é aguardada há mais de uma década. Um primeiro contrato para a construção foi assinado em 2009, mas as obras só começaram a ser executadas em janeiro do ano passado, 11 anos depois. Antes disso, o contrato chegou a ter dez aditivos sem nunca ter saído do papel.

A sede atual fica a seis quilômetros da que está em construção. Além do deslocamento até a Fazenda Escola para as aulas de campo, que exige uma logística para transportar estudantes e professores, a estrutura já não é mais adequada para as atividades do colégio e não foi feita para abrigar uma escola técnica.

A unidade ocupa hoje o antigo alojamento dos trabalhadores que ergueram a Usina de Porto Primavera, na margem paulista do Rio Paraná, cuja construção iniciou em 1980.

REFERÊNCIA – Referência no ensino técnico em uma das regiões mais produtivas do Paraná, o Colégio Agrícola do Noroeste terá finalmente uma sede que condiz com a excelência das atividades praticadas no local.

Para o diretor-geral da Escola Agrícola, Ivo Suzuki, a instituição significa desenvolvimento socioeconômico para a região. "A nova construção representa uma luz para a sociedade do Noroeste do Paraná. Essa região do Estado é eminentemente agropecuária, e nossa escola forma técnicos nesta área. Esses alunos, recebendo sua formação, terão uma melhor colocação no mercado de trabalho, promovendo o desenvolvimento regional", destacou.

A escola atende estudantes de 46 municípios do Paraná e de estados vizinhos, como São Paulo e Mato Grosso do Sul, que ficam na outra margem do Rio Paraná. Cerca de 10% dos alunos são do próprio município, 15% de outros estados e 75% de municípios paranaenses do entorno.

O curso ofertado é o de Técnico em Agropecuária Integrado, com disciplinas do Ensino Médio regular e práticas do ensino profissional, atendendo em período integral. Assim como a maioria dos colégios agrícolas do Estado, o do Noroeste funciona em regime de internato, com estudantes que também moram na escola (com a pandemia, os estudantes estão acompanhando as disciplinas remotamente no Aula Paraná).

A rotina da escola inclui não só as disciplinas da Base Nacional Comum, como também aulas práticas de agricultura e pecuária. Na sede atual, está instalada a horta pedagógica e a agroindústria onde os alunos trabalham na transformação do que sai do campo em conservas, doces, carnes e laticínios.

Na Fazenda Escola ficam as plantações e os animais. Na agricultura, a produção que se destaca é a de mandioca, uma das principais culturas do Noroeste paranaense, além de feijão e pastagem. A atividade pecuária inclui a criação de bovinos, caprinos, suínos e aves. O local também abriga uma fábrica de ração, que produz os alimentos dos animais criados na fazenda.

No currículo técnico, os estudantes também têm contato com a produção de café, coco, grãos e cana-de-açúcar – nos dois últimos, o trabalho de campo é feito em propriedades vizinhas – além da piscicultura, com a criação de peixes em tanques localizados a cerca de 10 quilômetros do colégio.

REFERÊNCIA – Referência no ensino técnico em uma das regiões mais produtivas do Paraná, o Colégio Agrícola do Noroeste terá finalmente uma sede que condiz com a excelência das atividades praticadas no local.

Para o diretor-geral da Escola Agrícola, Ivo Suzuki, a instituição significa desenvolvimento socioeconômico para a região. "A nova construção representa uma luz para a sociedade do Noroeste do Paraná. Essa região do Estado é eminentemente agropecuária, e nossa escola forma técnicos nesta área. Esses alunos, recebendo sua formação, terão uma melhor colocação no mercado de trabalho, promovendo o desenvolvimento regional", destacou.

A escola atende estudantes de 46 municípios do Paraná e de estados vizinhos, como São Paulo e Mato Grosso do Sul, que ficam na outra margem do Rio Paraná. Cerca de 10% dos alunos são do próprio município, 15% de outros estados e 75% de municípios paranaenses do entorno.

O curso ofertado é o de Técnico em Agropecuária Integrado, com disciplinas do Ensino Médio regular e práticas do ensino profissional, atendendo em período integral. Assim como a maioria dos colégios agrícolas do Estado, o do Noroeste funciona em regime de internato, com estudantes que também moram na escola (com a pandemia, os estudantes estão acompanhando as disciplinas remotamente no Aula Paraná).

A rotina da escola inclui não só as disciplinas da Base Nacional Comum, como também aulas práticas de agricultura e pecuária. Na sede atual, está instalada a horta pedagógica e a agroindústria onde os alunos trabalham na transformação do que sai do campo em conservas, doces, carnes e laticínios.

Na Fazenda Escola ficam as plantações e os animais. Na agricultura, a produção que se destaca é a de mandioca, uma das principais culturas do Noroeste paranaense, além de feijão e pastagem. A atividade pecuária inclui a criação de bovinos, caprinos, suínos e aves. O local também abriga uma fábrica de ração, que produz os alimentos dos animais criados na fazenda.

No currículo técnico, os estudantes também têm contato com a produção de café, coco, grãos e cana-de-açúcar – nos dois últimos, o trabalho de campo é feito em propriedades vizinhas – além da piscicultura, com a criação de peixes em tanques localizados a cerca de 10 quilômetros do colégio.

PRESENÇAS – Compareceram ao evento o secretário estadual da Educação, Renato Feder; o secretário estadual da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara; o secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes; o diretor-presidente da Fundepar, Marcelo Pimentel Bueno; os deputados estaduais Tião Medeiros, Soldado Adriano José e Do Carmo; o prefeito de Diamante do Norte, Eliel Correa; a vice-prefeita, Simone Soares da Silva; o presidente da Câmara de Vereadores de Diamante do Norte, vereador Edyelson Cano; a diretora do campus da UEM, Andreia da Cunha Alexandre; a chefe do núcleo de educação, Sonia Solange Cazarim, o diretor auxiliar da Fazenda Escola, André Santana; e a diretora auxiliar pedagógica, Zoraide Tagliati.

Fonte: ANPr.

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